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Empresas brasileiras levantam R$ 7,4 bilhões no mercado de capitais em janeiro

As operações das empresas brasileiras no mercado de capitais movimentaram R$ 7,4 bilhões em janeiro. De acordo com boletim da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o resultado representa queda de 22,6% em relação ao mesmo período do ano passado. O número de operações também foi reduzido: 29 em 2019, contra 47 em janeiro de 2018.

“Tivemos um volume expressivo de emissões em dezembro do ano passado, somando R$ 22,3 bilhões, o que reflete a antecipação das companhias na concretização de suas operações. É um movimento sazonal, que o mercado já costuma esperar nesse período”, afirma José Eduardo Laloni, vice-presidente da ANBIMA.

Os fundos imobiliários lideraram as emissões de janeiro em volume, com R$ 3,5 bilhões, o que equivale a alta de 413% sobre o mesmo mês do ano passado. O resultado superou as operações com debêntures, que somaram R$ 2,5 bilhões (queda de 67% em relação a janeiro de 2018).

Entre os demais produtos, as notas promissórias, os CRAs (Certificados de Recebíveis do Agronegócio), os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e os FIDCs (Fundos de Investimento em Direito Creditório) movimentaram, respectivamente, R$ 830 milhões, R$ 300 milhões, R$ 133 milhões e R$ 63 milhões. Não foram contabilizadas em janeiro operações com ações, debêntures incentivadas e letras financeiras.

Mercado externo

Uma operação no mercado externo levantou US$ 750 mil em janeiro de 2019: trata-se de uma emissão de título de renda fixa da Suzano, do segmento de papel e celulose. O resultado está 83% abaixo do volume movimentado no mesmo período do ano passado, quando foram registrados US$ 4,4 bilhões.

Confira o boletim completo aqui.

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 250 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de oferta de produtos e serviços que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.