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Ministro da Fazenda afirma que mercado de capitais é fundamental para desenvolvimento da economia

Eduardo Guardia e outras autoridades prestigiaram a posse da nova Diretoria

“O financiamento do desenvolvimento da economia brasileira passa pelos mercados financeiro e de capitais. Se não tivermos um mercado e uma indústria pujante, não teremos condições de assegurar o crescimento econômico”, afirmou o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, durante a cerimônia de posse da nossa nova Diretoria na quarta-feira, 13, em São Paulo. Representantes de instituições associadas, entidades parceiras e outros órgãos de governo também participaram do evento.

+ Saiba como foi a posse da nova Diretoria.
+ Confira o discurso do presidente Carlos Ambrósio na íntegra.
+ Desenvolvimento do mercado de capitais é prioridade para a nova Diretoria.

Ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, na posse da nova Diretoria da ANBIMA
Eduardo Guardia, ministro da Fazenda, reiterou o papel do mercado de capitais para o desenvolvimento da economia brasileira.

Entre os avanços recentes para o fomento ao financiamento de longo prazo, Guardia citou a recriação do Grupo de Trabalho de Mercado de Capitais. “É um espaço fundamental para dialogar, colocar os problemas e apontar soluções para avançar nas direções possíveis neste momento”, disse. O ministro reforçou a parceria com a Associação, lembrando que a interlocução e o diálogo com o mercado sempre foram muito positivos.

Assista ao vídeo de transmissão da posse.

Dyogo Oliveira, presidente do BNDES, compartilhou dessa visão de papel imprescindível de um mercado de capitais vigoroso, dinâmico e com diversificação de instrumentos e de participantes para o desenvolvimento da economia brasileira. “São condições fundamentais para o alongamento dos prazos das emissões e para o aumento da liquidez desses papéis”, afirmou Dyogo, lembrando que há uma “agenda extensa de ações regulatórias e tributárias”.

 

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Dyogo Oliveira, presidente do BNDES, falou sobre a nova política de atuação do banco de fomento.

O banco de fomento passou por uma mudança na sua política de atuação, deixando o papel majoritário no financiamento das empresas e passando a atuar mais fortemente em parceria com o mercado. A instituição lançou recentemente uma nova política de participação em fundos de investimento em infraestrutura. “O sucesso dessa iniciativa foi imediato”, disse Dyogo Oliveira. “O banco tem sido procurado por diversos interessados em estruturar emissões de fundos e de debêntures. Nossa preocupação agora é com a geração de papéis para investir, que é outra agenda que temos que avançar”, contou.

 

 

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