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Investidores podem consultar extrato online das aplicações em títulos públicos no Selic

Pessoas físicas e jurídicas terão acesso às suas posições de custódia pela internet

Os investidores pessoas físicas e jurídicas que têm títulos públicos no Selic (exceto Tesouro Direto) podem consultar seus extratos pela internet a partir desta segunda-feira, 28. Antes, apenas as instituições financeiras participantes do Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia), isto é, bancos ou corretoras em que as pessoas têm conta, tinham acesso ao extrato. Desta forma, os investidores precisavam contatar seus gerentes para obter as informações de seus títulos.

“A novidade traz transparência com a disponibilização de informações online de maneira rápida e prática para mais de 120 mil clientes, que é o universo de pessoas com contas no Selic. Assim não há necessidade de nenhum intermediário para a consulta dos títulos”, explica Francisco Vidinha, superintendente do Selic. O extrato nasceu de uma demanda do próprio mercado e estava em discussão desde 2016.

Os clientes podem conferir gratuitamente a identificação dos títulos, a quantidade e o saldo na abertura e no fechamento do dia de todas as contas que possuem. Caso tenham contas em diversas instituições, o extrato será consolidado por CPF ou CNPJ. Além da visualização na tela, é possível baixar um arquivo assinado digitalmente pelo Banco Central.

O acesso deve ser feito pelo site do Banco Central, na área destinada ao Selic, no menu “Economia e Finanças”, de duas formas. Uma delas é com as credenciais do Sistema Registrato, plataforma já existente que oferece informações dos relacionamentos dos clientes com os bancos. Quem não tem o cadastro pode fazer rapidamente pelo site. Outra opção de acesso é por meio de certificados digitais e-CPFs ou e-CNPJs – sempre autorizados por uma entidade certificadora. 

O Selic

O Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) é um dos pilares do Sistema Financeiro Nacional. É uma infraestrutura do mercado administrada pelo Banco Central e operada pela autoridade monetária em parceria com a ANBIMA.

 

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