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Open banking pode ser aliado no relacionamento com clientes dos bancos

Workshop discutiu as tendências desse novo modelo de negócios

 

Na era do open banking o atendimento pessoal e personalizado dos profissionais do mercado aos clientes está a salvo e pode ser aprimorado. “Mesmo com as novas tecnologias, cada vez mais as conexões com as pessoas têm se fortalecido”, avalia Guga Stocco, profissional com larga experiência em inovação, CEO da GR1D e cofundador da Domo Invest. Ele conduziu o nosso workshop sobre open banking, realizado no último dia 20. Mais de 110 pessoas acompanharam o evento, online e presencialmente em São Paulo.

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Guga Stocco explicou o conceito de API para profissionais do mercado 

 

O open banking funciona por meio de APIs (Aplicação de Interface de Programas), ou seja, a empresa abre suas interfaces para que outras companhias tenham acesso aos dados para implementar, aprimorar ou inovar a interação dela com os clientes. Isso é feito, por exemplo, no desenvolvimento de aplicativos para celular, nas integrações com redes sociais, entre outros. “O banco pode ser dividido em pedaços de lego como uma API. Quando vamos ao supermercado, compramos Nutella, e não creme de avelã da marca daquele supermercado. Por que, quando vamos ao banco, tudo precisa ser dele? Se olharmos para o lado, há um monte de soluções legais que podem ser usadas”, provocou Stocco.
 
A Starbucks foi um dos cases citados pelo executivo. Engana-se quem pensa que a empresa vende apenas café; vende também a experiência. “Você paga por um café, por um lugar agradável para ficar por horas, pelo ar condicionado, pelo uso do wi-fi”, disse. Atrás do café, o produto que mais dá lucro é seu cartão fidelidade, isto é, uma atividade que conta com a ajuda de um terceiro para que “funcione”.

Para João Albino Winkelmann, presidente do Comitê de Private Banking, que também participou do workshop, o momento atual é ideal para refletirmos: “Estamos passando por uma revolução digital”. A velocidade das mudanças impulsiona todos a se adaptarem. Se antes as grandes transformações aconteciam de 30 em 30 anos, agora, a cada sete anos, temos uma nova geração com uma outra linguagem e repertório. Mas nem de longe os serviços com interação humana estão fadados ao fracasso. Segundo Stocco, um bom profissional com a ferramenta adequada sempre “vence” a máquina. “Um jogador de xadrez mediano em um computador velho tem vantagem sobre uma máquina moderna sem interação humana”, brincou.
 

Assista ao workshop na íntegra:

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