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Robert van Dijk apresenta cases da nossa autorregulação para estudantes

Nosso presidente detalhou as etapas do modelo e destacou os desafios

IMG_6578.JPGProfessor Luiz Nelson Guedes de Carvalho e Robert van Dijk

Os cases da autorregulação foram tema de palestra do nosso presidente, Robert van Dijk, no 20º SemeAD – Seminários em Administração, promovido pela FEA/USP, no último dia 9, em São Paulo.

O executivo apresentou o modelo de autorregulação, criado há 19 anos, e exemplificou as diferenças entre a autorregulação voluntária, privada e independente, que é o nosso caso, e a mandatória, que é decorrente de uma decisão governamental, como acontece com a Finra, entidade autorreguladora norte-americana atuante no mercado que tem mandato da SEC (a CVM norte-americana) para atuar.

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O presidente detalhou em sua apresentação todas as etapas do processo de autorregulação: desde a criação das regras, que acontece nos comitês formados por profissionais do mercado, passando pela supervisão das exigências, até o processo sancionador. Ele destacou que a prioridade é sempre o caráter educativo da autorregulação. “O objetivo é o aprimoramento das práticas do mercado, então a prioridade é sempre educativa, de orientação”, disse, lembrando que mesmo nos casos em que há penalidades financeiras, todos os recursos são destinados a iniciativas de educação.

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Robert apresentou ainda alguns cases destas quase duas décadas de autorregulação e relatou o balanço de atividades do primeiro semestre da supervisão de mercados. Ao todo, foram emitidos 276 pedidos de esclarecimento, que originaram 193 cartas de orientação, 115 multas, oito termos de compromisso, uma carta de recomendação e uma advertência.  O presidente falou também sobre os naturais desafios enfrentados pela autorregulação, como o tratamento dos conflitos de interesse em um modelo em que o próprio mercado faz as regras e a constante preocupação em otimizar os custos de observância.

Ele concluiu mencionando tendências que já começam a impactar regulação e autorregulação, como os novos modelos de negócios baseados em tecnologia, e destacando a importância de iniciativas como o SemeAD.  “Essa interação com a universidade é muito revigorante, é importante construirmos e mantermos laços fortes com as instituições que estão formando os profissionais do futuro e realizando pesquisas e estudos sobre nossos mercados”, disse Robert.