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Alocação em produtos de maior risco foram destaque em 2019

O estoque total nos segmentos private e varejo, considerando os recursos destinados à previdência aberta no private, alcançou R$ 3,3 trilhões em dezembro de 2019, crescimento de 12% em relação a 2018. O segmento Private apresentou o maior crescimento no ano, 20,9%, totalizando R$ 1,3 trilhão - quando desconsideramos os recursos destinados à previdência o crescimento fica quase igual, 21%. Já os segmentos varejo alta renda e tradicional, que não contemplam os recursos destinados à previdência, registraram elevação de 13,2% e 1% em 2019, respectivamente; isso resultou em estoques de R$ 987,9 bilhões e R$ 968,3 bilhões, nesta ordem.

Com as reduções de juros e a renovação das expectativas em relação à manutenção da taxa Selic, intensificou-se o movimento de diversificação no investimento em produtos de maior risco. A alocação de recursos em ações, fundos de ações e fundos imobiliários foi destaque em todos os segmentos.

Em 2019, no segmento private, esses produtos apresentaram crescimento de 52,1%, 58,1% e 42,1%, respectivamente, encerrando o ano com estoque de R$ 223,6 bilhões, R$ 103,9 bilhões e R$ 16,4 bilhões, na mesma ordem.

No segmento varejo, somados o tradicional e o alta renda, a variação no estoque desses ativos foi ainda maior. Os produtos ligados a renda variável, ações e fundos de ações apresentaram crescimento de 44,6% e 158,6%, em relação a 2018, e terminaram o ano com estoque de R$ 84,3 bilhões e R$ 44,4 bilhões, respectivamente. Já os fundos imobiliários encerraram 2019 com estoque de R$ 30 bilhões - aumento de 135,9 em relação ao ano anterior.

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No ano, os ativos tradicionais de renda fixa apresentaram crescimento mais tímido ou até mesmo negativo, refletindo o ambiente de juros baixos. No segmento varejo, apesar do volume na caderneta de poupança ter apresentado alta de 7,2%, os investimentos em fundos de renda fixa e em CDB viram seu estoque diminuir em 3,2% e 0,5%, respectivamente. No private, os fundos de renda fixa apresentaram crescimento de apenas 1% ao longo do ano, enquanto os investimentos em títulos públicos caíram 6,6%.

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