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Entenda o seu perfil antes de investir

São quatro as perguntas básicas que você deve fazer antes de começar a investir. A primeira delas é “qual a sua tolerância ao risco”? Com esta reflexão, o economista Marcelo Billi, nosso gerente de Comunicação, abriu a live que fizemos no Facebook na terça-feira, dia 4, como parte das ações da Semana Mundial do Investidor.

Perfil de investidor

A escolha de um produto de investimento precisa partir da definição do seu perfil. É o que chamamos de suitability. Em linhas gerais, é um questionário no qual você dá ao banco informações como idade, horizonte de aplicação, finalidade do investimento e tolerância ao risco. Com isso em mãos, a instituição financeira avalia a sua tolerância ao risco e pode oferecer produtos mais adequados.

Além de entender quanto risco você está disposto a tomar, deve se perguntar “aonde eu quero chegar?”, para identificar qual é o seu objetivo com aquele dinheiro. A pergunta está diretamente relacionada à próxima: “Em quanto tempo eu quero chegar lá?”. Depois, é preciso responder “Quanto eu tenho hoje?”, que vai permitir saber se a meta traçada é viável.

Confira também as sete lições que aprendemos com Aquiles Mosca na Semana Mundial do Investidor

Fundos de investimento

O mundo de fundos é bem diverso. Há fundos de curto prazo, de renda fixa, multimercados e tem os fundos de ação. Funciona como se fosse um condomínio: as pessoas se juntam e aplicam recursos em um mesmo bolo, que é administrado por um gestor autorizado pela CVM e certificado pela ANBIMA. Ao aplicar em um fundo, você está contratando o gestor para cuidar do seu dinheiro. O fundo permite que os investidores somem forças: como ele acumula recursos de várias pessoas, terá acesso a mais opções do que os investidores teriam se aplicassem sozinhos.

CDB X Tesouro

A escolha envolve análise da rentabilidade, dos custos envolvidos e das condições, como prazo para resgate. É importante considerar todos os custos envolvidos na aplicação para comparar as duas opções: por exemplo, se você optar por aplicar usando uma corretora independente do seu banco, precisa incluir os custos de transferência de dinheiro com DOCs ou TEDs na avaliação.

Imóvel X fundo imobiliário

A melhor opção depende do seu perfil como investidor e do seu objetivo. Caso você saiba avaliar imóveis, tenha experiência nisso e queira ganhar dinheiro com compra e venda, investir diretamente no imóvel pode ser uma opção. A vantagem dos fundos imobiliários é que você não precisa ser especialista nesse mercado e o investimento tem mais liquidez, ou seja, é mais fácil comprar e vender as cotas do que comprar e vender um imóvel.

Pensando em aposentadoria

Quanto mais jovem você for, mais adequada é a opção por fundos de previdência, principalmente aqueles com tributação regressiva, ou seja, que pagam menos imposto de renda quanto maior o tempo do investimento. Para o fundo de previdência valem as mesmas regras que para outros investimentos: tem que olhar o custo, as taxas envolvidas, saber o que está comprando, se é o mais adequado para você. Existem alternativas ao plano de previdência, como a construção de carteiras próprias, com títulos públicos e ações. Esta opção, no entanto, exige que você dedique tempo e estudo à gestão dos recursos.

Saiba mais
Nessa quinta, dia 5, às 19h, teremos mais um bate-papo no nosso Facebook para ajudar você a investir. Será com a Ana Leoni, nossa superintendente de Educação e Informações Técnicas, que dará dicas de como começar a construir uma reserva financeira e como fazer seu dinheiro trabalhar para você. Participe!