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Indústria de fundos de investimento registra entrada líquida de R$ 42 bi em maio

Em maio, a indústria de fundos de investimento apresentou captação líquida de R$ 42,2 bilhões, acumulando no ano R$ 186,2 bilhões. Em direção oposta, o saldo acumulado de 2020, para igual período, foi de saída de R$ 52 bilhões. Entre as classes ANBIMA, a renda fixa registrou o maior resultado no mês, com entrada de R$ 24,8 bilhões, porém com movimentos concentrados de dois fundos de duração baixa soberano no período. No ano, essa classe já acumula captação líquida de R$ 94,2 bilhões, o melhor resultado entre as classes, confirmando os reflexos positivos do ciclo de alta dos juros na economia neste segmento.Classe renda fixa.png

A classe multimercados vem em seguida, registrando entrada líquida de R$ 7,1 bilhões no mês e R$ 65 bilhões no ano. Em maio, entre os tipos, o destaque ficou com os multimercados investimento no exterior, que sozinhos captaram 5,8 bilhões.

Em sequência, no mês, foram R$ 6 bilhões líquidos captados na classe das ações, sendo a maior parte (R$ 3,2 bilhões) resultante de fundos de ações com mais de 40% do seu patrimônio líquido investido no exterior – representado pelo tipo ações investimento no exterior. Neste ano, todos os fundos classificados como ações, em conjunto, apresentaram entrada líquida de R$ 3,7 bilhões.Investimento exterior.png

Dentro das classes ANBIMA, considerando as maiores rentabilidades do mês, na renda fixa, o duração alta grau de investimento teve 1,65% de performance, seguido do duração alta soberano, com 1,12%. Esses dois investem em títulos públicos de alta duração e tiveram rendimento próximo dos subíndices de maior duração do IMA (Índice de Mercado ANBIMA). Nos multimercados, o long and short direcional ficou com 2%. Nas ações, o tipo mono ações, cuja estratégia é investir nas ações de apenas uma empresa, rentabilizou 9,61%.