Direto da Anbima: atuação inédita em Davos

Atuação inédita em Davos
A Anbima participou pela primeira vez do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Em parceria com a World Climate Foundation, levou a voz do mercado de capitais brasileiro aos debates globais sobre inovação, geopolítica e finanças sustentáveis. A associação reforçou conexões com grandes lideranças globais, com destaque para a participação do nosso diretor-executivo Zeca Doherty - único representante de um país emergente - em uma mesa de CEOs de diversos países e setores sobre liderança em cenários de incerteza.
Na Brazil House, promoveu o painel “Navegando no futuro das finanças: mercados, investimentos e crescimento sustentável”, com Doherty e Cacá Takahashi. Em iniciativa conjunta com a World Climate Foundation, promoveu um jantar de relacionamento com executivos globais, voltado ao compartilhamento de visões e à definição de prioridades para 2026, entre eles o compromisso de consolidar um mercado de capitais voltado para finanças sustentáveis e economia de baixo carbono.
“A agenda da Anbima é de desenvolvimento e consolidação do mercado. Nos últimos anos, incorporamos um novo componente, que é a sustentabilidade. As finanças sustentáveis ganharam urgência não por modismo, mas pela constatação de que o mundo precisa de uma economia de baixo carbono”, afirmou Doherty.
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Mercado de capitais mais maduro em ESG
A quarta edição da pesquisa Retrato da Sustentabilidade no Mercado de Capitais, realizada pela Anbima em parceria com o Datafolha, mostra que o tema tem ganhado espaço na agenda do mercado financeiro brasileiro: 80% das instituições atribuem nota acima de 7 à importância da sustentabilidade, e 63% afirmam que ela se tornou mais relevante no último ano.
O estudo classifica as instituições em cinco perfis de maturidade em ESG e mostra um avanço dos estágios mais maduros desde 2021: os emergentes e engajados passaram de 29% para 39%, enquanto os iniciados caíram de 32% para 16%. Bancos e casas com maior patrimônio sob gestão (acima de R$ 50 bilhões) lideram a agenda: 52% dos bancos estão nos perfis emergente ou engajado, e 83% publicam relatórios ESG regularmente.
“Os resultados do estudo mostram um mercado mais consciente e preparado para integrar o ESG às suas práticas. O desafio daqui em diante é garantir que essa evolução seja contínua e alinhada às demandas dos investidores, da regulação e da sociedade”, avaliou Cacá Takahashi, diretor da Anbima e coordenador da Rede ANBIMA de Sustentabilidade.
Acesse o relatório e confira os resultados completos.