ANBIMA oferece conteúdo de educação financeira para reprodução gratuita
A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) passa a permitir a reprodução gratuita de todo conteúdo que produz sobre educação de investidores, disponível atualmente no site “Como Investir”. O objetivo é contribuir com informações adequadas e didáticas para auxiliar no processo de decisão dos investidores.
“Vimos nessa iniciativa a possibilidade de propagar o conteúdo de educação de investidores que produzimos na ANBIMA. A partir do compartilhamento, mais pessoas terão acesso a informações isentas e precisas sobre investimentos e poderão tomar decisões cada vez mais conscientes em relação às suas aplicações”, fala a diretora da ANBIMA e presidente do Comitê de Educação de Investidores, Alexsandra Braga.
Os interessados podem distribuir ou veicular em blogs, websites e outros canais de comunicação qualquer material que esteja hospedado no “Como Investir”.
Para viabilizar essa decisão, a ANBIMA adotou a licença Creative Commons, utilizada no mundo inteiro para permitir a reprodução de obras com menos restrições que o tradicional “Todos os Direitos Reservados”. A licença estabelece algumas condições para uso do material: citar sempre a fonte, não alterar ou editar informações e não vender o material.
O selo que atesta a utilização da licença já está disponível nas páginas do “Como Investir”, com link para a página (http://www.creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt_BR) que detalha as condições de uso do material.
A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa um ecossistema de cerca de 1.500 instituições de diversos segmentos, entre associados e instituições que seguem os códigos de autorregulação da entidade. São bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de autorregulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.