Certificações Anbima batem recordes de inscrições e exames em 2025
As certificações profissionais da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) registraram em 2025 os maiores volumes de inscrições e de exames da história do programa. No último trimestre de 2025, foram mais de 130 mil provas aplicadas.
Somente em dezembro, foram 65 mil provas realizadas, número três vezes superior ao pico histórico até então, apurado no período pós-pandemia, quando cerca de 19 mil exames foram realizados em um único mês.
As maiores procuras em 2025 foram pelas provas das certificações CPA-10, CPA-20 e CEA, que darão lugar às novas certificações (CPA, C-Pro R e C-Pro I). Os Profissionais que mantiveram suas certificações válidas, vão participar do processo de transição entre essas certificações sem realizar novos exames em 2026.
Adiado o início da transição
Para acomodar todos os agendamentos de 2025, permitindo que as pessoas inscritas pudessem realizar seus exames, foi necessária uma mudança no cronograma previamente divulgado pela Anbima.
O início da transição para as novas certificações (CPA, C-Pro R e C-Pro I) e a abertura do agendamento das provas de 2026 foram adiados de 26 de janeiro para 9 de fevereiro. A aplicação de provas de todas as certificações Anbima começa em 19 de fevereiro.

Sobre as mudanças nas certificações Anbima
Em 2026, as certificações CPA-10, CPA-20 e CEA deixam de existir e dão lugar às novas CPA, C‑Pro R e C‑Pro I. As pessoas que possuíam certificações válidas terão até o fim deste ano para concluir o processo de transição. Essa migração será realizada pelo ANBIMA Edu e envolve algumas etapas obrigatórias: cadastro na plataforma, conclusão das microcertificações que serão disponibilizadas na ferramenta e pagamento da atualização anual. Além disso, o novo formato introduz um modelo de avaliação mais completo, integrando competências técnicas e comportamentais. As novas provas começam a ser aplicadas também em 2026.
A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa um ecossistema de cerca de 1.500 instituições de diversos segmentos, entre associados e instituições que seguem os códigos de autorregulação da entidade. São bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de autorregulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.