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Relatório semanal ANBIMA: fundos têm captação líquida de R$ 34,5 bilhões entre 1º e 19 de junho

Os fundos de investimento registraram captação líquida positiva (diferença entre aplicações e resgates) de R$ 34,5 bilhões entre os dias 1º e 19 de junho, de acordo com os dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O resultado é a diferença entre R$ 420,9 bilhões de aplicações e R$ 386,4 bilhões de resgates no período.  

Os multimercados tiveram o melhor desempenho entre 15 e 19 de junho, com R$ 9,9 bilhões de captação líquida positiva. No entanto, o movimento foi concentrado em aporte de um único fundo de R$ 5,6 bilhões. Na sequência, aparecem os fundos de previdência com maior volume registrado desde que foi declarada a pandemia pela OMS (Organização Mundial de Saúde): R$ 1,2 bilhão de entrada líquida. Também registraram saldo positivo as categorias de FIDC (R$ 662,6 milhões), ETF (R$ 190,9 milhões), FIP (R$ 109,8 milhões) e cambial (R$ 41,9 milhões).

Os fundos de renda fixa tiveram resgates líquidos de R$ 2,4 bilhões, mas com retirada concentrada em um único fundo. Apesar do Ibovespa fechar a semana passada com alta de 4%, a categoria de ações teve retiradas líquidas de R$ 283,9 milhões.

Ano
Até 19 de junho, a indústria de fundos acumula resgates de R$ 33,1 bilhões, o que representa menos de 1% de todo patrimônio líquido. A classe de ações merece destaque com captação líquida positiva de R$ 48,5 bilhões no período.

Confira os resultados completos

   

 

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 250 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de oferta de produtos e serviços que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.