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Relatório Semanal ANBIMA: fundos têm saídas líquidas de R$ 35,5 bilhões entre os dias 20 e 24 de junho

São Paulo, 29 de junho de 2022 – Os fundos tiveram resgates líquidos de R$ 35,5 bilhões entre os dias 20 e 24 de junho, segundo dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O montante é a diferença entre R$ 184,1 bilhões de aplicações e R$ 219,7 bilhões de saques no período.

Os FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) e fundos de renda fixa contribuíram com o saldo negativo. Os primeiros registraram retiradas líquidas de R$ 21,9 bilhões – deste total, R$ 22,1 bilhões foi um saque de apenas um fundo. Os fundos de renda fixa tiveram saídas de R$ 16,4 bilhões, influenciados por movimento concentrado de R$ 21,1 bilhões. Os fundos de ações também fecharam no vermelho com resgates líquidos de R$ 785,9 milhões.

As demais classes tiveram captação líquida positiva no período, com destaque para fundos de previdência com R$ 1 bilhão. Os multimercados registraram R$ 782,8 milhões; seguidos por fundos cambiais com R$ 664,2 milhões, que contaram com o aporte concentrado de dois fundos que somaram R$ 673 milhões; dos ETFs (Exchange Traded Funds) com R$ 531,7 milhões; e dos FIPs (Fundos de Investimento em Participações) com R$ 521,5 milhões. Esses últimos tiveram a captação líquida positiva impactada por aplicação de um único fundo de R$ 485 milhões.

No ano, a indústria tem captação líquida acumulada de R$ 41 bilhões.

Confira os resultados na íntegra

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 270 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.