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ANBIMA propõe agenda para ampliar a internacionalização do mercado de capitais

Publicação mapeia melhores práticas globais e sugere medidas para aumentar investimento crossborder

 

Preparamos uma série de sugestões para ampliar a internacionalização do mercado de capitais brasileiro. As medidas fazem parte da nossa agenda crossborder, que mapeia as melhores práticas em países desenvolvidos e em desenvolvimento e lista sugestões de alterações que reduzem assimetrias e tornam esse fluxo mais fácil e atrativo para os investidores brasileiro e estrangeiro.

 + Confira a agenda de internacionalização de investimentos na íntegra 
 
A internacionalização é um tema inadiável para a ANBIMA. A queda dos juros a patamares historicamente baixos faz deste um momento crucial para melhorar o acesso do investidor estrangeiro ao mercado de capitais nacional, e aumentar as oportunidades de investimentos dos brasileiros no exterior.

“Os benefícios da internacionalização se estendem a toda a indústria. Para o investidor, significa um leque maior de possibilidades que se adequam às suas necessidades de prazo, risco e retorno. Para as empresas, é mais uma fonte de recursos de longo prazo. E, para os gestores, permite uma maior diversificação na composição das carteiras, atualmente concentradas em títulos públicos. A sociedade brasileira também ganha, à medida que os investimentos aumentarem, com a geração de postos de trabalho”, afirma Carlos Ambrósio, nosso presidente. 

As propostas, feitas com base em estudo da consultoria PwC, buscam segurança jurídica, redução dos custos de observância, isonomia tributária, além da flexibilização das regras de acesso a mercados globais pelo investidor local, e ao mercado nacional pelos estrangeiros.

Para dar ao investidor brasileiro mais oportunidades de alocação no mercado internacional, as sugestões incluem a harmonização das regras para acesso ao exterior. Uma delas é a equiparação da regulação dos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) com os fundos de investimento, oferecendo aos investidores locais mais liberdade de escolha e capacidade de diversificação por meio de outros produtos.

Ao mesmo tempo, para tornar o mercado nacional mais atrativo ao estrangeiro, as propostas visam eliminar a sobreposição de papéis entre os prestadores de serviços, simplificar procedimentos operacionais, entre outras.
 
“Este material tem o propósito de fomentar o debate em torno do tema, oferecendo subsídios técnicos e exemplos de experiências bem-sucedidas. Nosso intuito é que ele faça parte de uma agenda viva, e seja o início de uma discussão que tem um só objetivo: o desenvolvimento do país”, acrescenta Ambrósio. 

 

A agenda e as propostas estão sendo apresentadas também aos reguladores e ao governo para fomentar a discussão sobre o assunto.

 

 

 

 

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