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Cibersegurança: 85% do mercado tem políticas sobre o assunto

Pesquisa mede engajamento das instituições financeiras em 2018

As instituições dos mercados financeiro e de capitais estão se dedicando mais a questões de cibersegurança: no ano passado, 85% delas afirmaram ter um programa formal de segurança cibernética. O valor mostra crescimento em relação a 2017, quando essa proporção era de 71%. Os resultados são da 2ª Pesquisa ANBIMA de Cibersegurança realizada com as instituições associadas – 68% delas responderam ao questionário.

+ Confira o relatório sobre a pesquisa

“A cibersegurança é entendida cada vez mais pelo mercado como um item de importância sistêmica. Diante do aumento das ameaças cibernéticas, a pesquisa serve para avaliar o nível de maturidade local e inspirar ações relevantes sobre o tema”, afirma José Carlos Doherty, nosso superintendente-geral. Ele destaca que o tema voltou a fazer parte do plano de ação de 2019 da Associação, com destaque para a continuidade das ações de compartilhamento de testes e de informações sobre incidentes.

Este tópico, inclusive, chamou a atenção na pesquisa. Apesar da importância do compartilhamento de informações, que permite dividir aprendizados e melhorar a segurança com base na experiência de outras instituições, é possível observar que essa ainda é uma questão em evolução para os participantes do mercado local: um quarto (26%) das empresas participam de plataformas para compartilhar experiências – valor relativo maior que em 2017, porém mantido o número absoluto.

A contratação de serviços terceirizados de TI é feita por grande parte das instituições (84%), principalmente para infraestrutura (76%), suporte (69%) e desenvolvimento de sistemas e soluções (59%). Relatórios de acompanhamento sobre a qualidade das atividades prestadas, entretanto, são exigidos apenas por metade das empresas.

Os testes para avaliar a capacidade de proteção no caso de um ataque externo foram feitos por pouco mais da metade (56%) das instituições, com ligeiro crescimento em relação a 2017 (53%). Entre aquelas que não realizam os testes, caiu a porcentagem das que pretendem fazê-lo: 52% em 2018 frente a 77% no ano anterior.

Sobre a pesquisa

A segunda edição da pesquisa, realizada pelo Grupo Técnico de Cibersegurança entre novembro e dezembro de 2018, atualiza o retrato obtido no ano anterior. As perguntas de 2017 foram mantidas e atualizadas para possibilitar um acompanhamento sistemático sobre o tema. Os números explicitam pontos de atenção que podem basear ações para 2019 e mostram o nível de adesão dos associados ao nosso Guia de Cibersegurança – o documento traz uma série de práticas efetivas para auxiliar as instituições na implementação de um programa de segurança cibernética.

+ Saiba mais sobre as iniciativas do Grupo Técnico de Cibersegurança

 

 

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