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Classificação de criptoativos facilita análise e entendimento sobre os produtos

Estudo elaborado pela ANBIMA, com base nas experiências internacionais, divide criptoativos em duas categorias

Lançamos um estudo para disseminar conhecimento sobre os criptoativos (ativos virtuais protegidos por criptografia e mantidos por meio da tecnologia DLT – Distributed Ledger Technology) e dar suporte ao avanço do debate sobre o tema no Brasil. O trabalho é o ponto de partida para realização de discussões mais profundas sobre os usos e as responsabilidades destas tecnologias. O debate sobre o perímetro regulatório para as novas tecnologias, entre elas a DLT e os criptoativos, faz parte do nosso plano de ação.

+ Confira estudo sobre criptoativos

O documento foi elaborado com base na experiência dos mercados internacionais e traz uma classificação inédita para esses produtos. Eles foram divididos em dois grupos: utility tokens (aqueles que têm utilidade em si mesmos, sem representar nenhum objeto além deles próprios, por exemplo, as criptomoedas e platform tokens) e proxy tokens (representam digitalmente um bem ou direito, por exemplo, o token RMG da Royal Mint, que retrata um grama de ouro). O objetivo da classificação é apoiar análises sobre os tratamentos legais e regulatórios sobre o tema, que ainda é incipiente no Brasil.

+ Conheça nosso grupo que discute inovação

Também são detalhados os conceitos gerais associados aos criptoativos, às tecnologias envolvidas – caso da DLT – e aos aspectos regulatórios no Brasil e no exterior, especialmente no Reino Unido, país no qual a discussão sobre o assunto está mais evoluída.

Histórico
O documento foi construído pelo Grupo de Trabalho ICO (Oferta Inicial de Criptomoeda) & Cripto, ligado ao Grupo Consultivo de Inovação, e foi tema de discussão com o Banco Central.
 

 

 

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