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Mercado brasileiro é sólido e preparado para atravessar momentos como esse

Em bate-papo em live do Insper, nosso superintendente-geral, Zeca Doherty, falou sobre a crise, ações de contingenciamento e importância das certificações

A atual crise decorrente da pandemia de Covid-19 evidencia aspectos positivos da indústria de gestão de recursos, a começar pelo fato de que o mercado brasileiro é bastante sólido, tem arcabouço regulatório e autorregulatório consistente, e está bem preparado para atravessar momentos turbulentos como este. A afirmação é do nosso superintendente-geral, Zeca Doherty, durante live promovida na noite de terça-feira, 30, pelo Insper, instituição da qual ele é ex-aluno.

+ Confira a live na íntegra

O bate-papo foi com o professor Ricardo Rocha, que mediou a conversa, da qual participaram alunos, ex-alunos e docentes da instituição de ensino. A íntegra está disponível aqui.

Durante a live, Doherty explicou em linhas gerais como funciona a ANBIMA a partir das quatro grandes atividades que norteiam nossos trabalhos – representação, autorregulação, informações e educação – e deu um panorama do que mudou a partir da pandemia. “O mundo nunca experimentou uma situação como essa. Todo o mercado entrou num módulo de contingência e a ANBIMA agiu em diversas frentes”, disse ele, lembrando que uma das primeiras medidas foi a suspensão das provas de certificação em todo o Brasil para não colocar em risco a saúde dos candidatos. 

+ Veja nossa página de notícias sobre os impactos da pandemia no mercado

Questionado sobre a aderência das certificações e dos cursos universitários às necessidades do mercado, Doherty destacou que o mercado vem se especializando – com a constituição de gestoras para produtos específicos, como estruturados, por exemplo –, e as certificações caminham na mesma linha. Prova disso, é o novo modelo da CGA, que a partir do ano que vem terá três módulos: um voltado para iniciantes na carreira de gestão de recursos de terceiros; outro para aqueles que pretendem fazer gestão de fundos mútuos; e um focado na gestão de produtos estruturados, como fundos imobiliários, FIDCs (Fundos de Investimento em Direitos Creditórios) etc. “Quanto mais a academia e as certificações se especializarem, melhor para o mercado e para os profissionais”, disse.

Ele também destacou o papel estratégico que a indústria de gestão de recursos e o mercado de capitais terão no momento pós-pandemia, quando empresas e governo precisarão encontrar formas de financiamento além dos recursos públicos.

  

 

 

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