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Novo modelo de governança garante mais efetividade na defesa dos interesses dos associados

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A ANBIMA passará a contar com uma nova forma de representar seus mais de 250 associados. A reorganização da estrutura de governança de representação da ANBIMA teve por objetivo acompanhar o movimento do mercado, que hoje está muito mais focado nas atividades do que nos produtos.

 

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“A nova estrutura é resultado de um trabalho extenso, que envolveu a revisão da estratégia da Associação em todas suas atividades-chaves, e agora chega na representação”, explica Carlos Ambrósio, nosso presidente. “Teremos uma atuação mais eficiente, com maior agilidade na aprovação de propostas”, diz.

 

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Foram criados oito fóruns – como são chamados os novos organismos –, além de grupos consultivos. Destes, seis estão relacionados à representação e dois são de apoio. Os de representação são voltados exclusivamente para atividades do mercado. Desta forma, passam a existir os fóruns de gestão de fundos mútuos, gestão de fundos estruturados, estruturação de ofertas, negociação, serviços fiduciários e distribuição. Os grupos de apoio são o tributário e o jurídico.

"Teremos uma atuação
mais eficiente, com maior agilidade
na aprovação de propostas"
Carlos Ambrósio, nosso presidente

 

A organização está em linha com a mudança já feita na autorregulação, que resultou no lançamento dos códigos de Administração de Recursos de Terceiros (que substituiu os códigos de Fundos de Investimento e de Gestão de Patrimônio) e de Distribuição (que entrou no lugar dos códigos de Varejo e de Private Banking).

 

Segundo José Carlos Doherty, nosso superintendente-geral, os fóruns têm caráter estratégico, e seus participantes têm maior interação com a Diretoria, o que facilita e acelera a tomada de decisões em prol do mercado. “Na formação desses grupos privilegiamos a escolha de executivos com autonomia para decidir em nome das instituições que representam”, afirma. Para estreitar ainda mais esse relacionamento, a presidência ou a vice-presidência de cada grupo deverá ficar a cargo de um membro da Diretoria.

 

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Discussões específicas

Os seis fóruns de representação não trabalharão sozinhos. Eles contam com comissões temáticas para tratar assuntos mais específicos do mercado, bem como criar e aperfeiçoar as normas da autorregulação. A formação das comissões temáticas está ligada às necessidades dos fóruns e também às iniciativas do nosso plano de ação.

 

Há, ainda, os grupos de trabalho. Eles nascem como uma força-tarefa com propósito específico e prazo de duração estabelecido – por exemplo, propor sugestões para uma audiência pública do regulador.

 

“As comissões e os grupos de trabalho funcionam como organismos mais técnicos. São essenciais para contribuir com as grandes questões dos fóruns”, afirma Doherty.

Para auxiliar nesse ecossistema, há organismos consultivos divididos em emergentes e permanentes – ambos se reportam à Diretoria da ANBIMA. Os emergentes tratam de assuntos transversais que não estão 100% incorporados em nenhum fórum, mas com relevância para o desenvolvimento sustentável do mercado. No momento são três: cibersegurança, sustentabilidade e inovação. Os grupos permanentes dão suporte aos produtos e/ou serviços oferecidos pela Associação, além de traçarem cenários e projeções para o mercado. São eles: precificação, certificação, educação e macroeconômico.

 

Pleitos em andamento

A transição da estrutura de governança envolve a realocação dos temas atualmente em debate na ANBIMA.

 

“Antes do processo de mudança, foi feita uma avaliação detalhada para verificar se todas as pautas cabiam na nova estrutura. Os assuntos que já estavam em andamento continuarão em discussão”, afirma Patrícia Herculano, nossa superintendente de Representação.

 

Segundo Doherty, o core business da ANBIMA, que é representar o mercado, permanece o mesmo. “O trabalho teve a finalidade de reorganizar as interações e conversas com associados, mas o papel da ANBIMA, bem como da Diretoria, permanece o mesmo”, explica.

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