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Prefixados de longo prazo têm o maior rendimento dos últimos nove anos

O IRF-M 1+, carteira que acompanha esses papéis, avançou 20,07% em 2025

Os títulos de renda fixa prefixados foram os destaques de rentabilidade em 2025, segundo nossos indicadores. Foi a primeira vez que um índice prefixado liderou o desempenho do mercado desde 2017. Os maiores rendimentos foram dos papéis com vencimento superior a um ano, refletidos no IRF-M 1+, que registrou alta de 20,07% no ano.

Segundo Marcelo Cidade, nosso economista, esses títulos ficaram mais atraentes para o investidor a partir do segundo semestre de 2025, quando o início da queda dos juros entrou no radar do mercado. Movimento semelhante aconteceu em 2017, última vez que o IRF-M 1+ teve a maior variação entre os indicadores da Anbima. Naquele ano, a taxa Selic variou seis pontos percentuais, saindo de 13% em janeiro para 7% em dezembro.

Os prefixados mais curtos (com prazo de até um ano) também se beneficiaram dessa perspectiva do mercado. Os papéis cresceram 14,76%, segundo o desempenho do IRF-M 1.

“A tendência é que o prêmio desses ativos permaneça atrativo para investidores em 2026, mesmo após o início do ciclo de queda”, afirma Cidade. Em 2025, a taxa Selic fechou o ano em 15% ao ano.

Indicadores de renda fixa

Apesar do destaque, os prefixados não foram os únicos que garantiram crescimento em 2025. Os títulos que compõem a dívida pública, acompanhados pelo IMA (Índice de Mercados Anbima), acumularam alta geral de 14,83% no ano.

As LFTs (Letras Financeiras do Tesouro), que fazem parte do IMA-S, avançaram 14,55%.

Entre os títulos indexados à inflação, aqueles com vencimento acima de cinco anos (IMA-B 5+) renderam 14,20%, enquanto as NTN-Bs com prazo mais curto (até cinco anos) fecharam o ano com crescimento de 11,65%, segundo o desempenho do IMA-B 5.

Dívida privada

Em relação aos títulos privados, o destaque ficou com as debêntures sem incentivo fiscal. A carteira que as acompanha, IDA-IPCA Ex-infraestrutura, acumulou 16,49% de avanço em 2025.

Já as debêntures incentivadas, que compõem o IDA-IPCA Infraestrutura, registraram aumento de 16,03%, resultado semelhante aos papéis indexados pela taxa DI, do índice IDA-DI, que cresceram 16,05% no ano.

No geral, os títulos privados refletidos no IDA (Índice de Debêntures Anbima) fecharam 2025 com alta de 15,66%. 

Todos os resultados estarão disponíveis em breve no Boletim de Renda Fixa, que pode ser acessado no ANBIMA Data, nossa plataforma gratuita de dados dos mercados financeiro e de capitais.