<img height="1" width="1" style="display:none" src="https://www.facebook.com/tr?id=1498912473470739&amp;ev=PageView&amp;noscript=1">
  • Empresas fiscalizadas.
  • Trabalhe Conosco.
  • Imprensa.
  • Fale Conosco.

Notícias

Regulação internacional: conheça nossa resposta à consulta pública da Iosco e do FSB

A consulta tratou da revisão da metodologia para identificação de instituições sistemicamente importantes.

No último dia 29, enviamos resposta à consulta pública da Iosco (Organização Internacional das Comissões de Valores Mobiliário) e do FSB (Conselho de Estabilidade Financeira) sobre a revisão da metodologia para identificação de instituições sistemicamente importantes que não sejam bancos ou seguradoras. A resposta da ANBIMA concentrou-se na proposta de metodologia e de critérios para a identificação de fundos e gestores sistemicamente importantes.

No documento apresentado pelas entidades, a metodologia é aplicada separadamente para fundos e para gestores. Isto significa que um ou mais fundos poderiam ser identificados como sistemicamente importantes, sem que o respectivo gestor o seja, aplicando-se o mesmo no caso inverso. Na nossa resposta, preparada pelo GTRI-Fundos(Grupo de Trabalho de Regulação Internacional), apesar de nenhum gestor ou fundo brasileiro se encaixar nos critérios de materialidade sugeridos pelo FSB e pela Iosco, analisamos os riscos potenciais identificados no contexto brasileiro.

A análise mostra que certas características da indústria brasileira de fundos e do seumodelo de regulação e de supervisão podem reduzir as fontes potenciais de risco dentro da indústria. Merece destaque o baixo nível de alavancagem dos fundos, as regras para o uso de derivativos, o perfil de liquidez e de risco dos fundos e o nível de transparência do segmento, que propicia condições para o constante monitoramento de riscos por parte dos diversos integrantes.   

A resposta também critica a aplicação à indústria de fundos de alguns mecanismos de transmissão de riscos discutidos na consulta e contesta a eficácia de uma metodologia baseada em indicadores sobre entidades (fundos ou gestores), enfatizando as diferenças entre os papéis exercidos por bancos e por gestores de recursos. A ANBIMA destacou a importância do desenvolvimento de ferramentas de gestão e de controle dos riscos, bem como da capacidade de supervisão no segmento.

Paralelamente a essa consulta, o FSB continua sua análise dos riscos da indústria de gestão de fundos. A ANBIMA manterá participação nos debates, especialmente no âmbito do AMCC (Comitê Consultivo de Afiliados da Iosco), organismo da Iosco presidido por José Carlos Doherty, superintendente geral da Associação.

Notícias relacionadas

Não foram encontrados resultados para esta consulta.