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Transparência contribui para o fortalecimento da atividade de distribuição

Representantes do mercado discutiram os papéis dos diferentes agentes do setor

 

Dar clareza de informações ao investidor é um dos caminhos para minimizar os conflitos de interesses relacionados à distribuição de produtos de investimento e contribuir com a evolução da atividade. A conclusão é de bate-papo ao vivo promovido pela Genial Investimentos na segunda-feira, dia 29 de junho.

Os participantes comentaram que o conflito de interesses é inerente à distribuição por se tratar de uma atividade comercial como qualquer outra. Mas há formas de minimizá-lo. Luiz Henrique Carvalho, nosso gerente de Representação de Distribuição, contou de que forma a ANBIMA pretende atuar sobre esses conflitos. “A ideia da Associação é dar uma maior transparência à remuneração dos agentes de distribuição e fazer isso de forma igualitária entre todas as estruturas”, explicou.

+ Assista: o bate-papo completo está disponível no YouTube 

Isso ajudaria os clientes a terem mais clareza da remuneração dos agentes de mercado, evidenciando possíveis conflitos. “O Brasil ainda está engatinhando em termos de educação financeira e é muito importante que haja transparência para que as pessoas possam tomar decisões”, comentou Cristiano Leite, sócio no FreitasLeite Advogados. “O mercado cuida da saúde financeira das pessoas, então a bula não pode ser escrita em letras miúdas. A pessoa tem que saber o que está comprando”, falou.

Para Claudia Simon, diretora da Genial, a transparência deixa o cliente ciente do quanto paga pelo serviço e isso o leva a acompanhar mais de perto seus investimentos. “Isso ajuda a ampliar o conhecimento sobre o mercado financeiro e fará com que o cliente exija mais dos profissionais que contrata. Quando a pessoa paga por algo, ela quer ver a contrapartida. Acho que isso é saudável para todo esse ecossistema”, avaliou. Jayme Carvalho, consultor de valores mobiliários e CFP (Certified Financial Planner), concordou: “a grande evolução do mercado vai passar pela transparência, para que o cliente possa comparar quais são seus custos efetivos”, disse.

Portabilidade

A possibilidade de transferência de ativos ou de cotas de fundos de uma instituição para outra também foi defendida no debate. Luiz Henrique explicou que a ANBIMA está discutindo regras, para a autorregulação, que definam as responsabilidades das instituições no processo de portabilidade, padronizem prazos e garantam clareza de informações aos investidores. Diego Ramiro, presidente da Abaai (Associação Brasileira dos Agentes Autônomos de Investimento), defende a agilidade na transferência. “A velocidade com que o cliente entra em uma plataforma deveria ser a mesma velocidade com que ele sai”, comentou.

 

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