Relatório Anual 2025
Na nossa estrutura de governança, a assembleia geral dos associados é o órgão máximo de decisão. Cada instituição associada tem direito a um voto, formato que assegura a equidade da representação, independentemente do porte ou do segmento da associada.
O membro votante de cada assembleia não tem mandato: é um representante da instituição associada, indicado e substituído por ela sem prazo definido. As votações acontecem anualmente na AGO (Assembleia Geral Extraordinária), realizada no primeiro quadrimestre do ano – e, sempre que necessário, em assembleia extraordinária.
Nossa diretoria não desempenha atividades executivas. Ela é formada por profissionais que ocupam o cargo de forma voluntária, eleitos a cada dois anos. A última eleição foi em abril de 2024. O grupo reflete a pluralidade de portes e segmentos das instituições que representamos.
São 22 membros, incluindo o presidente e o diretor-executivo. A diretoria tem encontros pelo menos uma vez por mês, com eventuais reuniões extraordinárias que podem ser convocadas pelo presidente ou pela maioria dos integrantes. Diferentemente dos demais cargos da diretoria, a diretoria-executiva é função remunerada.
Formado por três membros efetivos, o conselho fiscal é eleito pela assembleia geral. Tem entre suas responsabilidades verificação das contas encaminhadas pela diretoria, aprovação do parecer da auditoria externa sobre as contas e apresentação das contas para deliberação em assembleia geral.
Tem até nove membros – sendo quatro independentes (não vinculados a instituições associadas). Todos os membros são indicados pela diretoria e eleitos pela assembleia geral para mandatos de quatro anos. A reeleição é permitida, e a cada dois anos um terço dos membros deve ser renovado.
Grupo multidisciplinar formado pelas principais lideranças da equipe interna, que contribui para a tomada de decisões executivas. São dez membros, cinco homens e cinco mulheres.
Os organismos de representação e de supervisão reúnem profissionais do mercado
que participam voluntariamente das atividades e contribuem para o desenvolvimento
do setor – colaborando com a elaboração de regras de autorregulação ou envolvidos em
iniciativas voltadas à supervisão para o cumprimento dessas normas.
A estrutura é formada por fóruns, comissões, grupos consultivos, redes e conselhos.
A estrutura dos organismos de representação envolve fóruns, comissões, grupos consultivos e redes. Os fóruns de representação estão diretamente ligados às atividades do mercado e contam com o apoio de comissões temáticas. Há também fóruns de apoio, dedicados a assuntos jurídicos e tributários, que podem atuar em conjunto com os demais a depender do tema e da circunstância, de maneira transversal.
Já as redes funcionam como espaços ampliados de discussão, reunindo profissionais do mercado, especialistas e representantes do meio acadêmico e da sociedade. Elas promovem debates voltados ao avanço das finanças sustentáveis, da agenda de diversidade e inclusão e da inovação e disponibilizam ferramentas práticas para apoiar a implementação de iniciativas referentes a esses temas.
As comissões de acompanhamento são formadas por representantes de instituições associadas, nomeados pela diretoria, e têm como propósito orientar a atuação da equipe responsável pela supervisão de mercados – inclusive definindo suas atribuições. Elas também atuam no suporte à verificação do cumprimento, pelas instituições do nosso ecossistema, das disposições previstas nos códigos da Anbima.
Quando necessário, podem determinar à supervisão de mercados o envio de cartas de recomendação às instituições. Além disso, cabe às comissões deliberar sobre a abertura ou não de processos.
Os conselhos de autorregulação são responsáveis por julgar processos envolvendo instituições que seguem os códigos de autorregulação. Eles também emitem deliberações e pareceres orientando sobre procedimentos e eventuais irregularidades relacionadas ao cumprimento desses códigos.
É competência dos conselhos, ainda, decidir sobre pedidos de dispensa de procedimentos ou exigências previstas nos códigos da Anbima, além de analisar e celebrar termos de compromisso apresentados pelas instituições do nosso ecossistema. Para assegurar a independência das decisões, os conselhos são compostos por membros nomeados pela diretoria e por profissionais vinculados a outras entidades do mercado.
Reafirmamos nosso compromisso com a ética, a transparência e a responsabilidade corporativa por meio do nosso Programa de Integridade, formado pelos pilares de compliance, privacidade de dados, segurança da informação e inteligência artificial. A iniciativa tem como objetivos mitigar riscos financeiros e legais, fortalecer a confiança institucional e promover um ambiente de trabalho ético, diverso e produtivo.
Em 2025, fizemos um novo mapeamento de riscos de compliance dentro do Programa, com entrevistas com a alta e média liderança, em parceria com a Compliance Partners Brasil. Com base nesse trabalho, vamos implementar um novo plano de ação prioritário.
Em 2025, reforçamos um tópico do nosso Código de Ética e Conduta Profissional sobre o uso de IA de forma transparente, com respeito aos valores humanos, ao crescimento sustentável, à responsabilidade e à segurança das ferramentas.
Demos continuidade à jornada de adoção ética e responsável de soluções de IA, aprofundando as iniciativas iniciadas no ano anterior e utilizando as percepções dos colaboradores para aprimorar as diretrizes de uso responsável e mitigar riscos associados a vieses discriminatórios. Ao longo do ano, mantivemos treinamentos e iniciativas de conscientização (presenciais e online) e promovemos atualização e disseminação contínuas da diretriz de uso responsável de IA.
A ferramenta Copilot continuou integrada à rotina dos colaboradores, acompanhada do fortalecimento dos critérios de avaliação prévia para a contratação de fornecedores que façam uso de IA, alinhando inovação tecnológica às nossas práticas de governança e integridade.
Evoluímos ainda mais no programa de Segurança da Informação e Proteção de Dados, tema que integra as metas corporativas da associação desde 2022, com o objetivo de elevar de forma contínua nosso nível de maturidade, em linha com metodologias e boas práticas internacionais de segurança da informação. Ao longo do ano, mantivemos ações de conscientização e capacitação, incluindo a divulgação de conteúdos informativos, a realização de treinamentos, a aplicação de testes de phishing e o uso da Cartilha de Segurança da Informação como instrumento de apoio à cultura organizacional.
Os resultados reforçaram a efetividade do programa: redução da propensão a incidentes de phishing em aproximadamente 14,7% em relação ao ano anterior e em cerca de 89,3% desde o início da iniciativa, o que evidencia a evolução consistente do comportamento dos colaboradores frente aos riscos cibernéticos.
Ainda em 2025, fizemos a contratação do seguro ciber para as ações de prevenção de segurança da informação. Esse trabalho foi fruto de nova avaliação após a aplicação de melhorias realizadas e do consequente aumento do nosso nível de conscientização e maturidade em segurança da informação.
Também continuamos com a comunicação direta com os titulares dos dados, assegurando canais para esclarecimento de dúvidas e atendimento a solicitações relacionadas ao tratamento e à exclusão de dados pessoais, em conformidade com a LGPD. Adicionalmente, os terceiros que têm acesso a e-mails e aos sistemas da Anbima e do Selic também passaram pelo processo de treinamento e de avaliação quanto à propensão a incidentes de phishing.
Evoluímos ainda mais no programa de Segurança da Informação e Proteção de Dados, tema que integra as metas corporativas da associação desde 2022, com o objetivo de elevar de forma contínua nosso nível de maturidade, em linha com metodologias e boas práticas internacionais de segurança da informação. Ao longo do ano, mantivemos ações de conscientização e capacitação, incluindo a divulgação de conteúdos informativos, a realização de treinamentos, a aplicação de testes de phishing e o uso da Cartilha de Segurança da Informação como instrumento de apoio à cultura organizacional.
Os resultados reforçaram a efetividade do programa: redução da propensão a incidentes de phishing em aproximadamente 14,7% em relação ao ano anterior e em cerca de 89,3% desde o início da iniciativa, o que evidencia a evolução consistente do comportamento dos colaboradores frente aos riscos cibernéticos.
Ainda em 2025, fizemos a contratação do seguro ciber para as ações de prevenção de segurança da informação. Esse trabalho foi fruto de nova avaliação após as aplicações de melhorias realizadas e consequente aumento do nosso nível de conscientização e maturidade em segurança da informação.
Também continuamos com a comunicação direta com os titulares dos dados, assegurando canais para esclarecimento de dúvidas e atendimento a solicitações relacionadas ao tratamento e à exclusão de dados pessoais, em conformidade com a LGPD. Adicionalmente, os terceiros que têm acesso a e-mails e aos sistemas da Anbima e do Selic também passaram pelo processo de treinamento e de avaliação quanto a propensão a incidentes de phishing.
Fortalecemos nosso arcabouço de normativos internos com foco em consolidação, revisão e atualização periódicas. Em 2025 revisamos Código de Ética e Conduta Profissional, Política de Proteção de Dados Pessoais, Norma de Armazenamento e Descarte de Informações e Dados Pessoais, Norma de Gestão de Terceiros e Norma de Conscientização e Treinamento de Segurança da Informação. Também lançamos a Cartilha de Proteção de Dados Pessoais e a primeira versão do relatório interno de compliance, consolidando todas as iniciativas e atividades realizadas ao longo do ano.
Assim, trabalhamos para assegurar a conformidade com leis e regulamentações aplicáveis, reforçar a governança institucional e promover uma cultura organizacional ética, responsável e alinhada às boas práticas de mercado.
Em 2025, avançamos de forma significativa na maturidade dos nossos processos de compliance no que diz respeito à gestão, entrada e manutenção de fornecedores. Consolidamos práticas mais robustas de análise, monitoramento e governança, em linha com o nosso compromisso com a integridade e a transparência.
Outro avanço relevante foi o fortalecimento das medidas de governança relacionadas ao Código de Conduta de Fornecedores, promovendo maior alinhamento entre nossos parceiros e as nossas diretrizes éticas.
Concluímos a contratação de software para gestão de fornecedores. Essa solução trouxe padronização e automação dos processos de cadastro, homologação e ciclo de vida dos terceiros, redução de riscos por meio de monitoramento contínuo, avaliação centralizada e rastreabilidade completa das informações, proporcionando base única e consolidada de fornecedores, com documentação estruturada e atualizações periódicas. Também nos ofereceu maior eficiência operacional, com etapas automatizadas, cronogramas mais ágeis e visão integrada das áreas envolvidas.
A implantação dessa ferramenta permitiu a ampliação da governança sobre o ciclo de contratação, reforçando os controles, aprimorando a comunicação entre áreas e proporcionando maior previsibilidade na gestão contratual. Ajudou, ainda, no acompanhamento da evolução dos indicadores pela área de Gestão de Contratos. Essas iniciativas evidenciam nosso compromisso contínuo com a excelência operacional, a transparência e a integridade na gestão da cadeia de fornecedores, consolidando uma cultura organizacional cada vez mais orientada por dados, conformidade e governança.