<iframesrc=" ns.html?id="GTM-MZDVZ6&quot;" height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"> Captações das companhias brasileiras seguem em ritmo lento – ANBIMA

Imprensa

Captações das companhias brasileiras seguem em ritmo lento

São Paulo, 10 de agosto de 2015 – As captações das companhias brasileiras continuam em ritmo lento, como reflexo do ambiente macroeconômico em 2015. De janeiro a julho deste ano, as emissões domésticas somaram R$ 60,3 bilhões, valor 32% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram R$ 88,5 bilhões.

Nas emissões internacionais, a queda foi ainda mais significativa, de US$ 36,7 bilhões em 2014 para apenas US$ 8 bilhões nos sete primeiros meses de 2015, a despeito das seis operações realizadas em junho, com volume de US$ 6 bilhões.

“Os períodos de incerteza macroeconômica são geralmente acompanhados por cautela no financiamento por parte das companhias e isto esta refletido nos nossos números. No entanto, há uma expectativa de melhora nas emissões ainda neste semestre, com a perspectiva de grandes operações no mercado de renda variável para os próximos meses”, afirma Carolina Lacerda, diretora da ANBIMA.

De janeiro a julho de 2015, as companhias brasileiras captaram R$ 36 bilhões com emissões de debêntures e notas promissórias. Em volume, as captações foram lideradas pelo setor de energia elétrica, com participação de 29,4% sobre o total. O setor elétrico é um emissor frequente no mercado local de títulos de dívida e tem liderado as captações no segmento nos últimos cinco anos, inclusive com crescimento de sua participação relativa no ano em comparação a 2014 (25,1% do total).

Também se destacaram nos primeiros sete meses de 2015 os setores de transporte e logística e financeiro, com participações de 19,7% e 14,8%, respectivamente. Já entre os setores que têm reduzido sua atuação no mercado local de renda fixa, estão TI e Telecomunicações e Construção Civil, com peso de apenas 1,8% e 3%, respectivamente, das emissões no primeiro semestre de 2015. Operações internacionais Em julho, não foram realizadas operações internacionais e não houve captações com ações no mercado doméstico. Os títulos de renda fixa emitidos em julho, e contabilizados até o momento, somam apenas R$ 1,3 bilhão, divididos em três operações com debêntures (R$ 990 milhões) e duas ofertas de notas promissórias (R$ 320 milhões).

Entre as debêntures, chama atenção a piora das características dos ativos em relação ao prazo médio, que chegou a apenas 3,6 anos em julho de 2015, o menor patamar desde 2009. Além disso, é crescente a participação dos ativos atrelados ao DI, que já respondem por 93,4% do total das emissões em 2015, sendo 43,9% totalmente pós-fixados, ou seja, expressos em percentual do DI.

Leia o relatório disponível no nosso site: http://goo.gl/grjAda

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa as instituições que atuam nos mercados financeiro e de capitais brasileiros. Faz parte do quadro associativo um número heterogêneo de membros que atuam em diversos segmentos. Dentre os mais de 290 associados figuram bancos comerciais e múltiplos, de investimento, gestores e administradores de fundos, corretoras e distribuidoras de valores mobiliários e gestores de patrimônio. Com o objetivo de contribuir para o fortalecimento das instituições e do mercado, a Associação organizou sua atuação em torno de quatro compromissos: representar os interesses dos associados, autorregular as atividades dos mercados representados, contribuir para a qualificação dos investidores e profissionais e prover informações sobre os segmentos representados.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Giselli Souza – giselli.souza@anbima.com.br / (11) 3471-4246

Lucas Lucena – lucas.lucena@anbima.com.br / (11) 3471-5237