<iframesrc=" ns.html?id="GTM-MZDVZ6&quot;" height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"> Emissões de Renda Fixa e Variável no semestre atingem recorde para o período – ANBIMA

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Emissões de Renda Fixa e Variável no semestre atingem recorde para o período

As empresas e instituições brasileiras captaram R$ 57,8 bilhões no mercado doméstico no primeiro semestre de 2011, maior volume já registrado para um primeiro semestre. O total de emissões foi ainda 12,5% superior aos R$ 51,3 bilhões captados nos primeiros seis meses de 2010.

Parte importante das operações que levaram o semestre a registrar volume recorde de emissões ocorreu em junho. O segmento de renda fixa registrou emissões de R$ 8,2 bilhões no mês, volume 82,4% superior ao de maio e o equivalente a 19,5% do volume total do semestre, que foi de R$ 42,1bilhões. No segmento de renda variável, as ofertas alcançaram R$ 15,7 bilhões no semestre, sendo R$  7 bilhões em IPOs. O mês de junho respondeu por R$ 3,1 bilhões do volume captado em ações no período.“No ínicio do pós-crise, os investidores estavam em busca de operações grandes, que em tese significam risco menor. Atualmente, o mercado dá sinais de que já está mais confortável para participar de operações menores”, afirma Alberto Kiraly, vice-presidente da ANBIMA.

Dos R$ 42,1 bilhões em emissões de renda fixa, pouco mais da metade (51%) correspondeu a ofertas de debêntures, instrumento por meio do qual foram captados R$ 21,5bilhões nos seis primeiros meses do ano. Já as emissões de notas promissórias corresponderam a 19,4% do total captado no primeiro semestre, atingindo R$ 8,2 bilhões. As emissões de CRI (Crédito de Recebíveis Imobiliários) alcançaram R$ 6 bilhões (14,2% do total captado em renda fixa), ao passo que o volume captado por meio de FIDC (Fundos de Investimento em Direito Creditório) chegou a R$ 6,5 bilhões (15,4%).

As ofertas de renda fixa realizadas no âmbito da Instrução CVM 476 representaram 84,1% do volume registrado no semestre, tendo totalizado R$ 35,4 bilhões. A ICVM 476 possibilita a distribuição de ofertas públicas de valores mobiliários com esforços restritos, que as dispensa automaticamente do registro junto à autarquia.

O volume de recursos captados no exterior atingiu US$ 22,7 bilhões até maio, e dados preliminares do mês de junho apontam para captações adicionais de US$ 4,2 bilhões. No semestre, o montante chega a US$ 26,9 bilhões, também recorde para os seis primeiros meses do ano e 18% a mais do que o captado no mesmo período de 2010. Do volume emitido no semestre, 96,5% corresponde a títulos de renda fixa (US$ 25,9 bilhões).