<iframesrc=" ns.html?id="GTM-MZDVZ6&quot;" height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"> Gestoras consideram critérios ambiental, social e de governança no processo de decisão de investimentos – ANBIMA

Imprensa

Gestoras consideram critérios ambiental, social e de governança no processo de decisão de investimentos

São Paulo, 15 de setembro de 2016 – Boa parte das gestoras de fundos de investimento consideram os aspectos ambientais, sociais ou de governança corporativa, conhecidos pela sigla ASG, na hora de escolher em quais empresas investir. A prática é mais disseminada entre as instituições de grande porte e concentra-se nos ativos de renda variável.

Os dados fazem parte de pesquisa inédita realizada pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) com o objetivo de medir o engajamento das assets em relação à sustentabilidade quando avaliam riscos e oportunidades para seus investimentos.

O levantamento ouviu 69 instituições de diferentes portes. O universo responde por 77,2% de todo o patrimônio líquido da indústria de fundos, que alcança R$ 2,9 bilhões. A pesquisa mostrou que 70% dos respondentes utilizam algum critério ASG no processo de avaliação de investimento.

“A pesquisa trouxe resultados bastante positivos que nos permitem uma visão ampla do grau de incorporação destas questões ao processo decisório de investimentos. O assunto é novo em todo o mundo e os resultados mostraram que o quadro brasileiro não é muito diferente do observado em economias mais desenvolvidas”, afirma Luciane Ribeiro, coordenadora do Grupo de Trabalho de Sustentabilidade, fórum que liderou a iniciativa na ANBIMA.

O grupo reúne gestoras associadas e signatárias do PRI (Princípios para o Investimento Responsável) para troca de experiências sobre o tema. A pesquisa mostra que a maior parte dos ativos analisados é de renda variável, ou 42% do total. Na sequência aparecem os de renda fixa corporativa (26%), de private equity (22%), títulos públicos (6%) e outros (4%), que englobam, principalmente, classes de ativos ligados aos setores florestal e imobiliário.

As principais justificativas das instituições que não consideram os aspectos ASG, ou os consideram parcialmente, é a falta de demanda por parte dos clientes e a ausência de clareza sobre a relevância desse tipo de análise na avaliação de investimento. “A preocupação com sustentabilidade vem crescendo em todos os setores e os investidores estarão cada vez mais atentos a isso”, afirma Luciane. Segundo ela, há uma perspectiva de maior engajamento das instituições nos próximos anos. Metade das assets que participaram da pesquisa sinalizou que pretende incluir os critérios em suas análises. Além disto, aquelas que já adotam as práticas devem, aos poucos, expandir o total de ativos geridos sob esses critérios.

Acesse aqui o relatório que consolida os resultados da pesquisa: https://goo.gl/Kj5Vy3

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