<iframesrc=" ns.html?id="GTM-MZDVZ6&quot;" height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"> Indústria de fundos encerra primeiro trimestre de 2010 com R$ 1,5 trihão de patrimônio líquido sob gestão, crescimento de 4,5% no ano – ANBIMA

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Indústria de fundos encerra primeiro trimestre de 2010 com R$ 1,5 trihão de patrimônio líquido sob gestão, crescimento de 4,5% no ano

A indústria de fundos fechou o primeiro trimestre de 2010 com R$ 1,5 trilhão de patrimônio líquido sob gestão e variação de 4,5% no ano, segundo balanço trimestral da ANBIMA  ‐  Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais. A captação líquida da indústria de fundos fechou positiva em R$ 26,6 bilhões, o que representa 1,9% do PL total sob gestão. Em todos os trimestres, desde 2009, a captação tem sido positiva. Embora inferior à média histórica para os primeiros meses do ano, este volume é 180% superior ao registrado em mesmo período de 2009.


Na divisão por categoria, a maior captação ficou com os fundos de Renda Fixa (R$ 21,9 bilhões), seguida dos fundos de Previdência (R$ 5,1 bilhões) e dos Fundos de Curto Prazo (R$ 4,9 bilhões). A categoria Previdência apresentou o melhor primeiro trimestre desde 2005, mantendo crescimento consistente e positivo nos últimos anos, superior ao da indústria e que responde atualmente por 10,6% de participação relativa. Ao final do trimestre, os Fundos de Ações representavam 11,8% de participação da indústria e os Multimercados, 22,9%. “Nos últimos cinco trimestres, a captação líquida global da indústria tem sido positiva, demonstrando a robustez dos fundos no Brasil”, analisa Demosthenes Pinho Neto, vice ‐ presidente da ANBIMA.

Os fundos de Renda Fixa apresentaram rentabilidade de 2,74%, e os Fundos DI 2,05% no primeiro trimestre do ano, acima, portanto, do CDI (2,02%). Outras categorias também obtiveram boa rentabilidade no período – a maior parte dos tipos de fundos tiveram resultado semelhante ou superior ao CDI. Os Fundos Multimercados Macro, por exemplo, registraram desempenho de 3,38%, superior ao Ibovespa (2,60% no período).

O balanço da ANBIMA mostra um significativo crescimento do PL de fundos no segmento Varejo, de 3,5% contra uma média histórica de 1,2% por trimestre. Já considerando dados desde 2005 o destaque fica para o segmento Private, com PL três vezes maior ao de dezembro de 2005 (R$ 68,5 bilhões de ativos sob gestão contra R$ 195,3 bilhões em março 2010).

Novo Relatório de Taxas de Administração
A ANBIMA preparou um novo relatório sobre as taxas de administração dos fundos de investimento, que será divulgado a partir do próximo mês no site da Associação. O estudo é feito com uma amostra de 718 fundos do segmento Varejo, que representa R$ 260 bilhões. A análise considera o período de dezembro de 2005 a fevereiro de 2010. “Nosso objetivo com o relatório é dar mais clareza sobre as taxas de administração e sua evolução”, explica Pinho Neto. As informações serão divulgadas mensalmente, com transparência, simplicidade e objetividade.

No período analisado, os fundos Referenciado DI e de Renda Fixa apresentaram redução nas taxas de administração. Passaram de 1,73% para 1,46% e de 1,31% para 1,15% respectivamente. Nestas categorias, os fundos com taxas de administração de até 1% detêm em torno de dois terços do PL em cada categoria.

As categorias Multimercados e Ações apresentaram ligeira elevação nas taxas de administração, influenciada por fatores como: (i) aumento do grau de complexidade das carteiras, que agora detêm número maior de instrumentos financeiros, e (ii) elevação significativa no número de empresas listadas na Bolsa. Em fevereiro de 2010, as taxas de administração destes fundos eram 1,91% e 2,23%, contra 1,79% e 2,06% em 2005. Nestas categorias, há uma maior concentração do PL em fundos com taxa de administração entre 1% e 2%.