<iframesrc=" ns.html?id="GTM-MZDVZ6&quot;" height="0" width="0" style="display:none;visibility:hidden"> Recursos administrados por Gestores de Patrimônio Financeiro crescem 21% em 2013 – ANBIMA

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Recursos administrados por Gestores de Patrimônio Financeiro crescem 21% em 2013

O volume de recursos administrados por Gestores de Patrimônio Financeiro chegou a R$ 64,4 bilhões em 2013. O valor representa um crescimento de 21% no total gerido no segmento se comparado ao ano anterior. As informações são do Relatório de Gestores de Patrimônio lançado hoje pela ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).

Segundo José Hugo Laloni, diretor da ANBIMA, o crescimento mostra a procura dos investidores por serviços especializados em gestão frente ao cenário de volatilidade dos mercados no ano. “Em cenário complexo e de muita volatilidade, os clientes demandam consultorias que os ajudem na tomada de decisão”, explica. Em 2013, o número de clientes subiu 2,9%, chegando a 4,6 mil investidores, com um patrimônio líquido médio de R$ 14 milhões.

A busca pela consultoria dos gestores resultou na construção de carteiras mais complexas. Neste cenário, ativos de renda variável, títulos privados e os fundos de renda fixa ganharam mais espaço nas carteiras.

A alocação em ativos de renda variável cresceu 26%, atingindo R$ 15,3 bilhões. Mais da metade desse montante está alocado em ações. O total investido nestes papéis cresceu 50% no ano passado, em relação ao final de 2012.

A carteira de títulos privados alcançou R$ 9,8 bilhões, um crescimento de 20% no ano. “Esse aumento aconteceu devido à procura dos títulos incentivados, que dão um retorno maior devido ao benefício fiscal,” explica Richard Ziliotto, presidente do Comitê de Gestores de Patrimônio Financeiro da ANBIMA.

Já os fundos de renda fixa cresceram 38% no ano. Para Ziliotto, a preferência é resultado dos reajustes causados pelo aumento da inflação e da volatilidade e da procura por crédito privado. “Analisando toda a situação macroeconômica, o mercado viu um a oportunidade de ganho nesses produtos e decidiu alocar mais recursos na renda fixa”, explica.

Dentre os produtos estruturados, os fundos de investimento em participações (FIP) cresceram 48% em 2013, com uma alocação que alcançou R$ 3,7 bilhões. “Esse tipo de investimento tem uma particularidade, pois cada vez mais os FIPs são criados exclusivamente para atender às necessidades específicas dos clientes,” explica Laloni. “Isso mostra um crescimento do produto como uma ferramenta de gestão de patrimônio das famílias atendidas pelos gestores”, completa.

Assim como em 2012, São Paulo concentra o maior número de ativos sob gestão, com R$ 42,2 bilhões, representando mais de 65% do total do segmento no país. Somente no interior do estado houve um crescimento de 86% no valor administrado por casas de gestão de patrimônio, somando R$ 1,5 bilhão.O Rio de Janeiro aparece em seguida com R$ 12,8 bilhões sob gestão, representando um avanço de 34,2% em comparação ao ano anterior.