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  • As discussões sobre diversidade e inclusão se intensificaram nos últimos anos e fomentaram uma série de compromissos, metas e diálogos corporativos, sociais e governamentais no Brasil e no mundo. Esse assunto já faz parte da pauta ESG (sustentabilidade ambiental, social e governança) do mercado de capitais, mas ele é tão relevante que a ANBIMA decidiu se debruçar sobre o tema com ainda mais atenção.

    Para isso, convocamos nossos associados a responder uma pesquisa para entender como o mercado de capitais percebe o tema, qual o nível de maturidade das instituições e de suas políticas bem como a opinião que elas têm sobre o papel da ANBIMA na promoção do assunto.

    As informações coletadas embasaram o estudo Diversidade e Inclusão nos Mercados Financeiro e de Capitais, que apresentamos nesta página, e é o início de um trabalho para aprofundar as discussões sobre o tema e acelerar ações que promovam a maior pluralidade em nosso setor.

  • PERCEPÇÃO

    A maioria das instituições acredita que promover a diversidade e a inclusão é uma forma de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa. Elas também reconhecem que essas ações trazem ganhos para fortalecer equipes, criar ambientes mais atrativos para os funcionários, atrair talentos e engajar colaboradores.

    Mas uma ampla parcela ainda não reconhece com clareza os benefícios que o tema pode trazer em termos de valor e reputação. Os conglomerados têm uma compreensão mais clara, mas esse conhecimento não é compartilhado pelos outros segmentos.

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  • DESAFIOS

    As instituições reconhecem a importância da diversidade e inclusão, mas apontam a falta de ações práticas e intencionais como um dos principais obstáculos a serem transpostos para ampliar a pluralidade dentro das organizações. A falta de priorização da temática também é uma barreira relevante a ser transposta.

    Por outro lado, o engajamento da alta liderança é grande e isso pode contribuir para uma mudança de cenário, tornando o ambiente mais propício para que os próximos passos sejam dados, com o desenvolvimento de medidas intencionais, priorização do tema e aumento da representatividade.

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  • ONDE ESTAMOS

    O cenário atual foi avaliado com base em uma mandala que sistematiza as dimensões de atuação em diversidade e inclusão. No centro está uma visão de como a gestão e a governança das instituições se posicionam quanto ao tema e à formulação de políticas, como isso se desdobra em metas e objetivos, e se há indicadores claros para acompanhar os avanços. No círculo externo, há oito categorias de ações práticas, tanto em âmbito interno quanto externo.

    Explorando cada uma dessas dimensões, pudemos entender como as instituições têm atuado, quais ações práticas estão sendo executadas e a distância entre o que se quer fazer e o que está se tornando realidade. Os resultados mostraram que há grande heterogeneidade entre as instituições e que o tema não é tratado de forma integrada e estruturada.

  • MATURIDADE E EVOLUÇÃO

    A discussão em torno da diversidade e inclusão nas empresas cresce a cada ano. O nível de maturidade das instituições ao atuar com o tema, no entanto, é diverso. A maior parte delas trabalha o tema, de forma mais ou menos estruturada. Aquelas que não têm atuação começam a se mobilizar para isso. Nenhuma das instituições entrevistadas declarou não ter interesse em atuar para promover a diversidade e a inclusão. A percepção de evolução, no entanto, é positiva: mais da metade das empresas avalia que evolui de forma no mínimo satisfatória nos últimos três anos.

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  • SOBRE A PESQUISA

    A pesquisa contou com a participação de 94 instituições associadas, distribuídas entre os diversos segmentos que representamos. As perguntas foram divididas em três categorias: percepção sobre o tema, cenário atual e estágio de maturidade com que o assunto é tratado nas organizações.

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