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Fundos de investimento atraem R$ 12,7 bilhões de novos recursos em agosto

 

A indústria brasileira de fundos de investimento registrou R$ 12,7 bilhões de novos recursos em agosto, o que elevou a captação líquida total deste ano para R$ 61 bilhões, de acordo com dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). O resultado acumulado em 2018, entretanto, ainda está abaixo da média do mesmo período nos últimos cinco anos, que é de R$ 82,6 bilhões.

Os multimercados detêm a maior captação líquida do ano entre as demais categorias de fundos: R$ 39 bilhões (sendo R$ 296,6 milhões ingressados em agosto). Na sequência, aparecem os fundos de ações e de previdência, que captaram em oito meses R$ 18,4 bilhões e R$ 13,1 bilhões, respectivamente. A classe de renda fixa, que teve os maiores ingressos líquidos de agosto (R$ 9,5 bilhões), registra no ano R$ 9,3 bilhões em resgates líquidos.

Em relação às rentabilidades, os multimercados permanecem trazendo os maiores retornos aos investidores. O tipo Investimento no Exterior (que investe mais de 40% em ativos financeiros no exterior) apresentou a melhor performance de agosto (2,6%) e também no acumulado dos oito meses (9,6%). Na renda fixa, um dos destaques é para o tipo Duração Baixa Grau de Investimento (que investe no mínimo 80% da carteira em títulos públicos federais e títulos privados com baixo risco de crédito), com rendimentos de 4,18% no ano e de 0,6% em agosto.

Confira o boletim completo no site da ANBIMA.

 

Sobre a ANBIMA

A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa um ecossistema de cerca de 1.500 instituições de diversos segmentos, entre associados e instituições que seguem os códigos de autorregulação da entidade. São bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de autorregulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de distribuição de informações que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.