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Relatório semanal ANBIMA: fundos têm captação líquida de R$ 67,7 bilhões na primeira quinzena de julho

Os fundos de investimento registraram captação líquida de R$ 67,7 bilhões entre os dias 1º e 17 de julho, de acordo com os dados da ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados
Financeiro e de Capitais). O resultado é a diferença entre os R$ 435 bilhões aplicados e os R$ 367,3 bilhões resgatados pelos investidores nesses produtos no período.

Entre 13 e 17 de julho, os fundos de renda fixa tiveram os melhores resultados com captação líquida positiva de R$ 30 bilhões. O movimento foi impactado pelo aporte de R$ 16 bilhões concentrado em um fundo específico. Na sequência, os multimercados e os fundos de ações tiveram ingressos líquidos de R$ 4,1 bilhões e de R$ 1,2 bilhão, respectivamente, de forma pulverizada. Também fecharam a semana com saldo positivo os FIDCs (R$ 3,6 bilhões concentrados em um fundo); os fundos de previdência (R$ 600,4 milhões), e os FIPs (R$ 46,4 milhões).

Na semana, apesar do resultado positivo acumulado no mês de julho, os fundos cambiais e os ETFs tiveram resgates líquidos de R$ 94 milhões e de R$ 481,9 milhões, respectivamente, sendo que nos ETFs o movimento foi concentrado.

Ano
Até 17 de julho, a indústria de fundos acumula captação líquida positiva de R$ 62 bilhões. As classes de ações e multimercados merecem destaque com captações líquidas positivas de R$ 53,1 bilhões - 10% do patrimônio líquido da indústria - e R$ 37,7 bilhões no período.

Confira os resultados completos

Sobre a ANBIMA

A ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) representa mais de 250 instituições de diversos segmentos. Dentre seus associados, estão bancos comerciais, múltiplos e de investimento, asset managements, corretoras, distribuidoras de valores mobiliários e consultores de investimento. Ao longo de sua história, a Associação construiu um modelo de atuação inovador, exercendo atividades de representação dos interesses do setor; de regulação e supervisão voluntária e privada de seus mercados; de oferta de produtos e serviços que contribuam para o crescimento sustentável dos mercados financeiro e de capitais; e de educação para profissionais de mercado, investidores e sociedade em geral.