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Boletim Renda Fixa

Sinalização de cortes adicionais na Selic impulsiona valorização dos títulos públicos

O cenário externo mais favorável, com a redução das tensões entre EUA e China e o corte nos juros pelos principais bancos centrais no mundo, somado à redução da taxa Selic e às expectativas do mercado de que os juros encerrem o ano ainda mais baixos do que o esperado, impactou fortemente a precificação dos ativos domésticos. A maior parte dos subíndices que compõem a família IMA apresentou o melhor resultado dos últimos meses. O IMA-Geral variou 1,46% em setembro e acumula, no ano, ganho de 10,72%.

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Os títulos de maior duration, dentro dos seus respectivos índices, encerraram o mês com as maiores variações entre os subíndices. O IMA-B5+, com duration de 13,7 anos, apresentou ganho de 3,73% no mês, acumulando alta de 26,55% no ano. Já o IRF-M1+, cujo prazo médio é de 2,9 anos, apresentou rentabilidade de 1,87% em setembro e registra ganho de 11,89% em 2019.

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Mesmo os subíndices de curta duração apresentaram desempenho acima daquele observado ao longo do ano. O IMA-B5 e o IRF-M1 avançaram 1,74% e 0,64% no mês, respectivamente. No ano acumulam variação de 10,27% e 5,31%, nesta ordem. O IMA-S, subíndice mais conservador que segue a trajetória da taxa Selic, avançou 0,47% em setembro e 4,68% em 2019.

O IDA-Geral, que reflete a performance dos títulos corporativos, não ficou de fora do processo de correção dos preços de mercado e apresentou elevação de 1% no mês, o melhor resultado no trimestre. Os destaques foram os subíndices dos ativos indexados ao IPCA, IDA-IPCA ex-Infraestrutura e IDA-IPCA Infraestrutura, que registraram variação mensal de 1,79% e 1,81%, respectivamente.