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Boletim Renda Fixa

Títulos de médio prazo apresentam a melhor rentabilidade no mês

O setor externo ditou o ânimo do mercado em janeiro, um período marcado por forte volatilidade devido às incertezas em relação ao surto do coronavírus e seus impactos tanto na economia chinesa quanto na global, derrubando as taxas de juros no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Por aqui, além desse efeito, dados mais fracos da atividade econômica deram fôlego às apostas da queda de juros. O IMA-Geral encerrou o primeiro mês do ano com rentabilidade de 0,56%.

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Nesse contexto, os subíndices que refletem o cenário de médio prazo, IRF-M1+ e IMA-B5, apresentaram as maiores rentabilidades no período, com 1,11% e 0,56%, respectivamente. Com o cenário mais incerto, o IMA-B5+, subíndice de maior duration, foi o mais impactado. Em janeiro, seu preço quase não variou em relação ao mês anterior e apresentou rentabilidade de apenas 0,03%.

Os demais subíndices que compõem o IMA-Geral, por terem duration mais curta, foram menos impactados pela volatilidade do mercado. O IRF-M1 apresentou ganho de 0,44% no mês e o IMA-S, título com menor exposição ao risco por ser pós-fixado, 0,38%.

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A liquidez no mercado secundário de debêntures, segundo nossas estimativas, apresentou pequena melhora em relação ao final do ano passado. Em janeiro, 5,9% dos ativos em mercado tiveram liquidez, contra 5% em dezembro de 2019. Em relação à performance dos títulos corporativos, as debêntures incentivadas indexadas ao IPCA, representadas pelo IDA-IPCA Infraestrutura, apresentaram o melhor resultado em janeiro, 1,13%. O IDA-IPCA encerrou o mês com retorno de 0,99% e o IDA-Geral, com ganho de 0,69%.