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Após alta recorde no ano, rentabilidade dos títulos públicos volta a cair em agosto

Retorno do IMA-Geral foi de -0,60% no mês, em resultado puxado, principalmente, pelos papéis de longo prazo

Após registrar o melhor resultado do ano em julho (2%), o IMA-Geral voltou a cair em agosto, chegando a -0,60%. O indicador, que reflete a média de retorno dos papéis do Tesouro, acumula em 2020 ganhos de 3,02%.

Os títulos de longo prazo foram os principais responsáveis por puxar para baixo o resultado geral de agosto. No mês, caiu para -3,62% a rentabilidade da carteira de títulos públicos indexados ao IPCA com vencimentos acima de cinco anos, representada pelo IMA-B5+. O retorno entre janeiro e agosto também é negativo, de -2,01%. O IRF-M1+, que acompanha os papéis prefixados acima de um ano, teve perda no mês (-1,13%), mas acumula ganho de 6,37% em 2020.

“Os papéis de prazos mais longos são sempre mais suscetíveis às expectativas em relação à economia. A queda em agosto pode estar relacionada às dúvidas do mercado e dos investidores quanto a permanência do teto de gastos”, afirma Hilton Notini, nosso gerente de Preços e Índices.

Os índices que acompanham ativos de prazos menores apresentaram resultados mensais positivos, em linha com os períodos anteriores. O IRF-M1, que reflete os prefixados até um ano, teve rentabilidade de 0,12% em agosto (2,96% no ano). O IMA-B5, que reproduz os títulos indexados ao IPCA com vencimentos até cinco anos, chegou em 0,43% no mês (4,63% no ano).

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IDA

Entre os títulos corporativos, o IDA-Geral, que acompanha as debêntures em mercado, registrou variação de 0,64% em agosto – no ano, acumula retorno de 1,80%. Mesmo com a queda na rentabilidade do mês (-0,15%), o IDA-IPCA Infraestrutura, que reflete os papéis de infraestrutura remunerados pela inflação, mantém o maior resultado do ano, com variação de 4,44%. O IDA-DI, que reproduz carteira de debêntures indexadas à taxa DI diária, havia apresentado retorno acumulado negativo até julho, mas retomou o patamar positivo em agosto: no mês, ficou em 0,85%, e no acumulado do ano em 0,40%.

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