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  • Fizemos um convite para as instituições do mercado de capitais brasileiro: que tal falarmos sobre sustentabilidade? O tema não é novo, mas a adoção dos critérios ESG (ambientais, sociais e de governança) nos processos de decisões de investimento tem crescido diante de efeitos cada vez mais visíveis de mudanças climáticas, tragédias ambientais e problemas sociais. A pandemia de covid-19 reforçou a emergência do assunto. Mas será que, quando falamos em sustentabilidade, todos estão na mesma página?

    Para responder essa pergunta, demos um passo atrás e fomos conhecer o entendimento do mercado sobre o tema e o estágio de maturidade das instituições. Ouvimos gestoras, bancos, corretoras, distribuidoras, entre outros.

    Aqui, você encontra os principais destaques dessa pesquisa, que teve apoio da consultoria Na Rua (fase qualitativa) e do Datafolha (fase quantitativa). Para se aprofundar no assunto, baixe o relatório completo .

    Assista ao vídeo de apresentação da pesquisa e conheça os principais resultados.

      • OS PERFIS DO MERCADO

        Identificamos um panorama inédito de como o ESG é visto e tratado no mercado de capitais brasileiro. Foram reconhecidos cinco padrões de comportamento com base no posicionamento e compreensão do tema.

      • MERCADO EM EVOLUÇÃO

        Embora uma parcela relevante do mercado tenha indicado que já implementou diversas práticas, processos e compromissos ESG, a maior parte das instituições ainda está atualmente em processo de adoção destes critérios ou declarou ter planos, mas ainda não fez nada concreto para avançar nesta agenda.

      • Zoom nas gestoras

        Quando olhamos apenas para as assets, de forma geral há evolução nos processos e políticas, apesar de um crescimento ainda tímido. Na comparação com o nosso levantamento de 2018, aumentou o percentual de ativos analisados pelas lentes ESG e mais instituições contam com uma política de investimento responsável.

      • Na mesa de quem

        Na maioria das gestoras entrevistadas, ainda não há uma área exclusiva para tratar de sustentabilidade. Apenas 6% possuem uma estrutura dedicada para isso, mas 53% têm funcionários diretamente envolvidos com o assunto – cada gestora tem em média cinco. A liderança dos compromissos ESG se destaca nas áreas de Compliance e de Risco com 44%.

        Na fase qualitativa da pesquisa, chama atenção o fato de que a maioria dos funcionários escolhidos para responder sobre o tema sustentabilidade nas empresas eram mulheres.

      • MAIOR RELEVÂNCIA

        Para 87% das pessoas que responderam a pesquisa, o tema ganhou mais relevância nos últimos 12 meses. Um dos possíveis motivos é a pandemia, que alterou a percepção de risco das instituições. Mas esse movimento não deve parar por aí: quase todas as casas (90%) acham que sustentabilidade terá ainda mais relevância para o mercado de capitais nos próximos 12 meses.