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Boletim Renda Fixa

IMA-B5+ encerra o mês com rentabilidade negativa de 0,77%

Em agosto, o IMA-Geral apresentou variação de 0,16%, o menor resultado dos últimos 12 meses. Esse movimento é explicado principalmente pelo o aumento da aversão ao risco de países emergentes, reflexo das incertezas políticas e econômicas no ambiente externo – a escalada da guerra comercial entre EUA e China; o aumento do temor de uma crise global; e a reviravolta nas eleições presidenciais combinada com a moratória da dívida interna na Argentina.

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Esse cenário impactou negativamente o mercado de renda fixa, principalmente os títulos indexados à inflação, que têm vencimentos mais longos e são mais sensíveis às incertezas de médio e longo prazo. Em agosto, o IMA-B5+ apresentou variação negativa, de 0,77%, o que não ocorria desde setembro de 2018, mês que antecedeu as eleições presidenciais. O IMA-B5 apresentou rentabilidade de 0,05%, o menor ganho dos últimos 12 meses.

Nos títulos pré-fixados de maior duration, o resultado ficou em linha com os títulos indexados à inflação. O IRF-M1+ variou 0,1% no mês, o pior resultado desde agosto de 2018. Já os subíndices que refletem as expectativas de curto prazo, que estão ancoradas nos fundamentos econômicos e, portanto, apresentam maior previsibilidade, registraram a melhor performance. O IRF-M1 rentabilizou 0,55% no mês, e o IMA-S avançou 0,51%.

Os títulos corporativos não ficaram de fora desse movimento. O IDA-Geral apresentou variação de 0,15% no mês, o menor resultado mensal em mais de um ano. O IDA-IPCA Infraestrutura, que vinha com a melhor performance entre os subíndices, registrou retorno negativo de 0,53%, em consonância com a piora da percepção de risco pelos agentes econômicos. Já o IDA-DI avançou 0,51%, reflexo da sua menor exposição ao risco de mercado em relação aos demais ativos que compõem o IDA.

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